O Museu Histórico Palacinho recebeu a visita de uma ilustre pioneira, Carmen Lúcia Leite. Ela é uma história viva sobre o estado do Tocantins e sua capital, Palmas.
Carmen Lúcia é brasileira, mas mora em New York (EUA). Ela é uma das testemunhas da criação e construção do mais novo estado brasileiro.
“Antes mesmo de conhecer Palmas, recepcionei em minha casa, em Nova Iorque, nos idos de 1988, Luiz Fernando Cruvinel e
Walfredo Antunes de Oliveira, do Grupo 4, responsáveis pelo
Projeto da nova Capital”, conta Carmem Lúcia, lembrando do importante contato com os arquitetos responsáveis pelo planejamento de Palmas.
Os dois especialistas tinham a missão de colocar no papel a última capital planejadas do século XX. Carmem Lúcia explica o motivo da ida deles à América do Norte para coletar parâmetros antes de entregar o projeto da capital do Tocantins. “Dadas as características cosmopolitas de Nova Iorque, e por ser banhada por abundantes águas, eles vieram em busca de conhecimento e inspiração”.
Mesmo à distância, Carmem Lúcia, com o seu vínculo afetivo e expectador sobre o Tocantins e Palmas, sempre foi um dos pontos de apoio na busca de conhecimento e referência. “Só vim conhecer a Capital tocantinense tempos depois, na gestão do prefeito Eduardo Siqueira Campos, a convite da sua então esposa, Simone Cianni, e dos amigos P.H. e Ana Luíza, onde visitamos a Praia da Graciosa, que muito me encantoo.
Nesta semana de maio, mês em que Palmas completa 37 anos, Carmem Lúcia reviveu a história em visita ao Palacinho, acompanhada do professor de História Edinei Oliveira e do idealizador da Associação Amigos do Palacinho, José Wagner Praxedes, amigo de longa data de Carmem Lúcia.
A ilustre visitante manifestou emoção e alegria ao percorrer os corredores do Palacinho, local que sempre visita quando vem ao Tocantins. Na memória, momentos marcantes.
“Fui recebida aqui, no Palacinho, por Siqueira Campos que, entre um gole e outro de água de coco para refrescar o calor escaldante, contava com entusiasmo sobre o projeto que parte dele vi nascer em minha casa”, relembra Carmem Lúcia.




